sexta-feira, 15 de maio de 2026

Após intensas campanhas nas redes e nos bastidores, as principais imprensas de São José dos Pinhais tem expectativa de serem valorizadas com o novo secretário de comunicação social Juninho Falcão


Imprensa nativa de São José dos Pinhais-PR luta por mais valorização por parte das entidades(governo e empresas) que controlam a tesouraria das corporações que viabilizam os veículos de comunicação e a remuneração aos jornalistas 

"Desigualdade marca remuneração média de jornalistas no Brasil" - diz FENAJ 

Média é puxada por concentração de empregos no eixo Sul-Sudeste

Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a pedido da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Novo CAGED, revela um retrato preocupante sobre a remuneração dos jornalistas no Brasil: a remuneração média nacional da categoria é de R$ 8.607,84, mas esse valor esconde profundas desigualdades regionais.


Enquanto profissionais do Distrito Federal têm remuneração média de R$ 19.371,00, e os do Rio de Janeiro, R$ 9.989,97, há estados em que a média é menos da metade disso. Na Bahia, por exemplo, a remuneração mediana é de apenas R$ 3.731,02, a mais baixa do país. Outros estados com salários significativamente baixos incluem Piauí (R$ 4.403,78) e Pará (R$ 4.488,23).




No Paraná, estado que o Ratinho Junior diz que é o melhor do Brasil,  segundo o SINDIJOR-PR, o piso salarial para a jornada de cinco horas diárias é de R$ 4.602,84.

A pedido da FENAJ, o PL 2209/2025 prevê remuneração mínima de R$ 6.982,00 para uma jornada de 30 horas semanais. Clique aqui e confira  a matéria completa da FENAJ sobre o tema do aumento salarial para jornalistas mantendo a carga de 30 horas semanais.

Na teoria, a remuneração justa é o pagamento equilibrado que cobre necessidades básicas (alimentação, moradia, saúde, educação) do trabalhador e sua família, além de considerar a produtividade, experiência e o valor de mercado da função. Vai além do salário base, incluindo benefícios e equidade, garantindo o mesmo salário para trabalhos iguais. 

O supervisor técnico do Dieese São Paulo – unidade que atende a FENAJ -, o economista Fernando Lima, reforça a diferença entre piso salarial e remuneração média: a segunda é a soma de todos os salários declarados pelas empresas e dividido pelo número de vínculos formais (empregados).

Apesar de ser considerada uma profissão essencial para o funcionamento da democracia, a atuação jornalística sofre com a desvalorização em grande parte do território nacional. Estados do Norte e Nordeste concentram os menores salários, o que evidencia a fragilidade estrutural do setor fora dos grandes centros urbanos e econômicos.

Mesmo estados com forte presença de veículos de comunicação, como Ceará (R$ 6.544,03) e Pernambuco (R$ 9.682,33), demonstram que o rendimento está longe de refletir o nível de exigência e responsabilidade da profissão.

Os dados de 2024 e 2025 apontam também que o salário médio de admissão dos jornalistas no país é de apenas R$ 4.231,86, valor ainda mais distante da média salarial geral da categoria. O número indica que jovens profissionais e recém-formados enfrentam grande dificuldade para alcançar estabilidade financeira na área. E que profissionais mais experientes e com salários maiores sofrem risco de demissão a cada nova crise.

Acontece que para que jornais e veículos de comunicação ter condições de contratar jornalistas e pagar uma remuneração interessante, a sociedade por meio de comunicadores, sindicatos de jornalistas, associações de imprensa, especialistas em comunicação, autoridades no assunto e jornalistas ativistas em prol do progresso da imprensa precisam ampliar esse debate com empresários de comunicação social e representantes do governo. A liberdade de imprensa é um princípio constitucional.

É a publicidade que mantém os caixas da imprensa. 

O JORNALISTA É UM SERVIDOR DA DEMOCRACIA



Em São José dos Pinhais, movimentos ligados aos principais veículos de comunicação de São José dos Pinhais vem há anos se organizando e e realizando campanhas nos bastidores e nas redes para que a imprensa seja vista como serviço de utilidade pública pelo seu trabalho.

Na prática , o jornalista é um servidor da democracia e o veículo de comunicação é uma empresa que precisa obter investimentos para que possa gerar trabalho e renda aos seus colaboradores e com isso movimentar a economia. 

Precarização silenciosa

A pesquisa ressalta ainda um desafio na medição da realidade do trabalho jornalístico: a informalidade e a pejotização. Muitos jornalistas atuam como pessoa jurídica (PJ) ou Microempreendedor Individual (MEI), sem os direitos trabalhistas assegurados, o que distorce os dados oficiais e torna ainda mais difícil combater a precarização.

Essa informalidade é crescente especialmente em redações digitais, assessorias e comunicação institucional, onde há forte pressão por produtividade, mas sem garantias como férias, 13º salário ou jornada regulamentada. É o que vive parte da imprensa de São José dos Pinhais, é cobrada uma produtividade mas os patrocinadores não entregam um valor justo a ponto do jornalista não conseguir uma autonomia e exercer a liberdade de imprensa sem depender da caridade de entidades de programas sociais. Outros veículos encerraram as atividades e os profissionais mudaram de profissão, para sobreviver no mercado, outros precisam conciliar com 2 empregos e dedicando menos tempo a família e aos estudos. Enfim, o projeto de censura, prevarização e desmonte da imprensa de São José dos Pinhais trouxe prejuízos significativos para toda sociedade de São José dos Pinhais, famílias destroçadas, e miséria na porta de alguns, a tensão na economia local é fruto da visão de líderes de governo que interferiam nas políticas de comunicação social do poder público de SJP. O descaso é tão grande, que esta ausência de harmonia provocou inclusive mais trabalho no poder judiciário da cidade pois mais conflitos foram acontecendo em razão da destruição das empresas de comunicação de São José dos Pinhais. Alguns aceitaram calado a censura, estes que ficaram mais em paz.

Já aqueles que lutaram pela LIBERDADE DE EXPRESSÃO e pela LIBERDADE DE IMPRENSA. Estes sofreram todo tipo de calúnia, difamação, discriminação e tortura psicológica.

Site de proteção aos jornalistas https://cpj.org/pt/


UNESCO: clique aqui e veja o Plano de Ação da ONU sobre a Segurança dos Jornalistas e a Questão da Impunidade




Valorização urgente

A FENAJ conclui que os dados reforçam a urgência de políticas públicas e negociações coletivas que assegurem pisos salariais dignos, valorização regionalizada e combate à precarização da profissão. 

“Em tempos de desinformação, ataques à imprensa e mudanças tecnológicas rápidas, valorizar o trabalho jornalístico é essencial para garantir o direito à informação da sociedade brasileira”, comenta Samira de Castro.

“As iniciativas buscam frear a precarização e assegurar condições dignas para quem trabalha diariamente em defesa da informação pública e da democracia”, reforça a presidenta da entidade.

Fonte: FENAJ 


Paraná

O governador do Paraná Ratinho Junior, além de ser governador, também possui empresas de comunicação e é sócio do seu pai Carlos Massa, o Ratinho.


O Paraná é um caso a parte.

Uma coincidência que merece uma atenção diferenciada.

O governador do estado do Paraná - Carlos Massa Ratinho Junior é também empresário de comunicação social em sociedade com seu pai - sócio - o apresentador do SBT, o Ratinho.  

O deputado estadual Arilson Chiorato fez um pedido de informação e está estudando como o governo do Paraná organiza a distribuição das verbas de comunicação que devem ser aplicadas aos veículos de comunicação social nas diversas cidades do Paraná. 

Clique aqui e confira a notícia divulgada pelo deputado estadual Arilson.

Novo alvo do MPF: os políticos donos da mídia

Provocados por organizações sociais, procuradores pedirão cancelamento de licenças de rádio e TV controladas por 40 senadores e deputados federais. Esta matéria foi pulicada pela Carta Capital e ficou no esquecimento pois Ratinho continua chefe da Rede Massa de Televisão. Clique aqui e relembre a matéria de 2015.

Ministro volta a defender lei que proíbe políticos de serem donos de rádio 

Relembre a matéria que circulou nos celulares do povo de Guaratuba e foi um dos motivos que o ex-prefeito Roberto Justus não foi eleito em 2024 e a vitória foi para o atual prefeito Maurício Lense de Guaratuba.

Corrupção na comunicação social: Governador Ratinho Junior e prefeito Roberto Justus pedem voto a Bolsonaro - lei proíbe que políticos sejam donos de TV e Rádio no Brasil


OPINIÃO - Cristiano Bassa

Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal do Jornal Registra
2012 - Jornalista Cristiano Bassa, de São José dos Pinhais em Brasília-DF
Bassa morou em Brasília-DF e conheceu os bastidores do senado e da câmara federal





 Análise - Jornalista Cristiano Bassa, administrador de empresas (PUC-PR), jornalista DRT 8439/PR e Pós-Graduado pela UFPR - Especialista em Ciência da Comunicação / Estudante de Direito FAE

Em São José dos Pinhais-PR, é inacreditável que uma cidade que seja a segunda maior em arrecadação de impostos no Paraná, arrecadando quase 2 bilhões de reais entre os 40 maiores PIB do Brasil e ainda existe jornalista passando dificuldades financeiras e empresas fechando as portas, por motivos ideológicos e mesquinharia.

 Este trecho do artigo foi escrito em JULHO de 2025 no Blog do Bassa, biblioteca de notícias, conforme você pode ver neste link. Lamentavelmente a promissora Carolina Pinneli estava cotada para ser a secretária de comunicação naquela época, mas foi uma decepção com relação ao compromisso que um gestor tem que ter com a imprensa local de sua própria cidade, neste caso, São José dos Pinhais-PR.  "Ela não tem culpa. Pois a interferência da secretaria de governo era muito intensa na gestão de Carolina." - disse um leitor do Blog.

Na época o jornalista Cristiano Bassa escreveu: (...)

"Existe um  movimento político instalado como um vírus perverso na gestão pública da prefeitura de São José dos Pinhais que já entrou no inconsciente coletivo de alguns setores da classe política que durou por longos anos de boicotes e sabotagens a veículos de comunicação que discordavam da gestão da prefeitura, o movimento era operado suspeito no modos operandi da prevaricação e muitos veículos de comunicação fecharam as portas, alguns jornalistas chegaram a adoecer com o desmonte da imprensa, que até hoje sente as consequências e sequelas na saúde mental devido a guerra institucional entre prefeitura com sua aliada câmara e a imprensa como adversária, uma mistura de politicagem provinciana doméstica com políticas de guerra comercial de sanções econômicas aos jornais de São José dos Pinhais-PR. No direito brasileiro, o nome é prevaricação mesmo, que deveria ser considerado uma improbidade administrativa, corrupção."

"Praticamente era um movimento de censura, pois aqueles que discordavam da gestão, eram cortados do plano de mídia da prefeitura."

Ou seja, a gestão olhava os veículos como extensão de cargos comissionados, isso significa que o jornalista não poderia exercer sua liberdade de imprensa. Caso o jornalista decidisse por uma atuação independente, a prefeitura se movimentava para quebrar a empresa que geria o veículo de comunicação. ou seja, o veículo era sabotado, censurado e até caluniado nos bastidores dos corredores da secretaria de governo.

Para um jornalista conseguir trabalhar com dignidade na cidade, é preciso receber investimentos, precisa ser do mesmo partido do grupo da prefeita ou apoiar declaradamente um candidato do grupo político, na prática podemos chamar isso de abuso de poder político e até abuso de poder econômico, um desrespeito, sendo que a prefeitura é a maior empresa da cidade e a imprensa é na prática uma instituição de serviço de utilidade pública por meio de empresas de comunicação. 

Além da fragilidade do sistema de PEJOTIZAÇÃO, que faz que o profissional ainda precisa pisar em ovos para trabalhar com dignidade.

Sem dúvida, esse tipo de abuso tem um reflexo de alta periculosidade e pode atacar e afetar principalmente a saúde mental dos trabalhadores de comunicação social. Vale lembrar que a atividades de comunicação social envolvem principalmente a saúde mental, pois um profissional de comunicação social precisa estar alimentado, com moradia digna e com a saúde mental com qualidade para conseguir exercer suas atividades. 



O que é prevaricação

O artigo 319 do Código Penal Brasileiro trata do tema.

Prevaricação é um crime funcional, ou seja, que só pode ser cometido por alguém que tenha um determinado ofício dentro da administração pública.

Ela ocorre quando um funcionário público, propositalmente, atrasa, deixa de fazer ou faz algo indevidamente em benefício próprio.

Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

Esse é caso de muitos ex-secretários de comunicação social

 Histórico

Os critérios utilizados na secretaria de comunicação social durante um período da gestão do Setim, do ex-prefeito Toninho e até da gestão da Nina Singer até dezembro de 2024 na prefeitura de São José dos Pinhais eram de atividades suspeitas, no sentido de que a seleção que a gestão da comunicação social definia os critérios para distribuir os recursos para viabilizar o funcionamento dos veículos de comunicação social não tinham critério transparente, e na verdade, os critérios eram puramente politiqueiros e eleitoreiros, fundamentados em ideologias alheias ao verdadeiro propósito de uma administração pública municipal que deve ser transparente e respeitar todos os cidadãos da cidade, independente da ideologia política, cor de pele, religião, e classe social.

Haja visto que forças políticas externas com interesses em promover ideologias particulares e benefício próprio contrários ao propósito da secretaria de comunicação social que deve por ofício respeitar a pluralidade de idéias, a diversidade cultural e respeitar todos moradores da cidade, independente em qual candidato o eleitor votou, e a SECOM precisa assumir o princípio do respeito a liberdade de imprensa.

Essas forças influenciavam as políticas de comunicação social, do tipo, se o jornalista escrevia elogios e apoio ao grupo político, ele estava enquadrado para receber patrocínio para viabilizar a produção cultural do seu jornal, seja online ou impresso, seja jornal ou revista. 

No caso dos jornalistas que pensavam de forma diferente, sofriam retaliações de diversas naturezas e havia discriminação por questões ideológicas políticas, passando por cima da ética cristã e da bioética que uma administração pública tem que zelar que é jamais caminhar por políticas de PREVARICAÇÃO no serviço público, seja lá em qual for a secretaria. É crime. É improbidade administrativa. É um tipo de corrupção. 

Também as sanções colocadas aos jornalistas vão na contramão dos OBJETIVOS DO MILÊNIO que é entre eles, está o combate a fome, a igualdade de gênero e o incentivo as empresas, o respeito a democracia. Paz, Justiça, redução das desigualdades, inovação, saúde  e bem estar a todos.

No caso da secretaria de comunicação social a situação é mais delicada pois é uma secretaria que trata da relação principalmente com os veículos de comunicação social localizados em São José dos Pinhais-PR. A imprensa é um componente de fundamental importância para o aprimoramento da democracia.



Uma cidade pode ser considerada uma pátria, uma "nação municipal", constituída, de pessoas, povo nativo, tradições, culturas, trabalhadores, empresários, familias, jovens, crianças, estudantes, cientistas e professores, e todas as profissões que possuem sua utilidade social, bem como, os territórios, a estrutura geográfica, geopolítica e característiscas históricas.

É uma questão ética e até bioética e um profundo compromisso republicano e democrático respeitar a imprensa em São José dos Pinhais.

Não apenas respeitar mas também fomentar a inclusão de veiculos com tradição no município, valorizando os profissionais e garantindo o princípio da verdadeira liberdade de imprensa. Assim como a prefeitura apoia várias empresas de diversos segmentos na cidade que geram empregos, os veículos de comunicação também são empresas que movimentam a economia e podem até gerar empregos se conseguir uma receita maior. 

Em reportagem realizada na secretaria do trabalho foi confirmado que não há vagas de empregos para jornalistas , não há vagas anunciadas por empresas para essa profissão.

Por que será? 

Jornalistas que discordavam ou faziam críticas ou que possuem ideologia diferente dos membros do clan que comandavam a prefeitura, praticamente excluía jornalistas, veículos, sem dó, nem piedade. Falta de Empatia e falta de respeito era uma coisa comum que ficou "legalizada" durante muitos anos em São José dos Pinhais, a prova disso é que São José dos Pinhais tem a segunda maior arrecadação do Paraná e pouquíssimos jornais em circulação. Uma incoerência. Uma cidade rica e os jornalistas honestos, em sua maioria pobres.

O jornal, assim como o livro, a revista, um site de notícias bem elaborado, ou um blog com informações necessárias para que o cidadão tenha conhecimentos úteis no exercício da sua cidadania, como campanhas educativas e notícias relevantes com fontes oficiais são acervos históricos, são documentos necessários a memória cultural de um povo.  

São José dos Pinhais merece muito mais investimento na cultura e no respeito ao povo nativo, incluindo os jornalistas nativos, filhos da terra. Mais Respeito as famílias que fizeram historia na cidade. 

A união em prol do fomento a produtividade de produtos culturais e também que seja respeitada a liberdade de imprensa, chega de censura, sabotagens e micro sanções. Precisamos retomar o diálogo com respeito, diplomacia e transparência. O governo trabalha com verba pública e precisa de equilíbrio. 

A prefeitura precisa fazer uma licitação para contratação da agência de publicidade que irá oferecer um suporte necessário a administração pública para que possa cumprir a sua missão, entre elas, estabelecer uma boa relação com os veículos de imprensa da cidade. 

Respeitar a diversidade cultural é fundamental. Informação gera conhecimento, a comunicação é uma ferramenta de educação social, por isso, é  importante pensar nessa questão.

Fomentar a produção cultural dos veículos de comunicação para que o público possa ter a seu dispor, jornais, revistas, livros, sites, blogs, com conteúdos relevantes produzidos pelo trabalhador e pelo empreendedor nativo é uma forma de demonstrar compromisso com a pátria local. Pelo fim da prevaricação, pela democratização da mídia, pela garantia da liberdade de imprensa. Pelo Direito ao FUTURO.

 

 

Imprensa de São José dos Pinhais pode ter esperanças? 

A imprensa também é um componente necessário da democracia.

Nina Singer ao ser reeleita, também amadureceu, como todos nós seres humanos, que evoluímos diariamente em nossas missões de vida, seja do campo social, político e até mesmo em nossas espiritualidades.

Com a chegada do secretário de comunicação Juninho Falcão, reacende a esperança da população receber mais opções de leitura na cidade, seja jornais impressos, sites, blogs e produções culturais e veículos de comunicação. Mas acima de tudo, corrigir os erros do passado é fundamental. Jornalistas são profissionais e merecem o devido respeito e dignidade. A imprensa é um pilar da democracia. Não há necessidade da guerra comercial provinciana-doméstica em São José dos Pinhais entre prefeitura aliada da câmara contra a Imprensa. A moderação precisa ser de todos. A responsabilidade é de quem tem o poder. Manter os jornalistas na base da fome e miséria não é somente censura. É guerra comercial de nível local, é uma ideologia extremista. 

Acreditamos que a mudança vai acontecer para melhorar a vida dos comunicadores que na realidade, são em essência, educadores midiáticos e geradores de esclarecimento social, arquitetos da informação e construtores do conhecimento.

Vivemos em um estado laico, porém, de maioria cristão.

A expressão "partir o pão" no contexto bíblico, frequentemente abordada pelo Pr. Josué Brandão, refere-se à prática da Igreja Primitiva de compartilhar refeições e comunhão em casa. Este ato simboliza união, solidariedade e cuidado mútuo, conforme descrito em Atos 2:42-46, sendo fundamental para o relacionamento fraterno. 


Já disse o novo Papa Leão: 

 

Em primeira mão: Juninho Falcão vai assumir nos proximos dias a secretaria de comunicação da prefeitura de São José dos Pinhais, a segunda maior arrecadação do Paraná, cidade onde muitos jornais fecharam e jornalistas foram parar em programas sociais do CRAS da própria prefeitura devido a ideologia de desmontar a imprensa e censurar a imprensa nativa.

Clique aqui e relembre a matéria do deputado estadual Renato Freitas no início do seu mandato.

Outra notícia recente de fundamental importância é a imprensa debater as leis criadas pela vereadora Débora Chemin e pelo vereador Andrei Gondro, que decidiram depois de anos valorizar a imprensa.

Clique aqui  e veja a notícia veiculada no início de 2026.

Historicamente, o vereador Andrei também fez parte disso, pois foi secretário de governo e comunicação e agia com a prática de "diminuir o valor da imprensa" e "humilhava jornalistas" ao pagar valores subfaturados para a imprensa em uma atmosfera psicosocial que transmutava o inconsciente coletivo de uma cidade que passava a odiar jornalistas por imprimir matérias criativas e muitas vezes oferecendo ao leitor a oportunidade de ler uma CRÍTICA SOCIAL para adquidir novos conhecimentos sobre o que a administração e os poderosos da política local ocultavam da maioria da população: informações sobre a gestão da prefeitura e da Câmara Municipal de São José dos Pinhais-PR. Para se redimir ele foi é co-autor da lei nº443/2026, de autoria dos vereadores Débora Chemin e Andrei Gondro, que institui o Dia Municipal da Imprensa no Município de São José dos Pinhais.



NOVOS TEMPOS - ESTAMOS EM MAIO DE 2026

Juninho Falcão é qualificado na área de comunicação social e com apoio da prefeita Nina e do Delegado Michel, a imprensa espera que o município possa reconhecer também os veículos de comunicação como entidades parceiras do desenvolvimento da cidade, ao reconhecer os veículos como empresas, os jornalistas como seres humanos, e valorizar o trabalho produtivo da escrita, da reportagem, da pesquisa, da divulgação, de mídias educativas, informativas, quem ganha com isso é São José dos Pinhais que cresce não apenas no social e na economia, mas também na maturidade e na espiritualidade dos líderes e do povo. É questão de cultura de alto nível incentivar a leitura de seu povo e respeitar os jornalistas enquanto arquitetos da informação e responsáveis pelo esclarecimento a população de notícias.

Todo serviço útil ao coletivo, deve ser levado a público para cumprir uma função social

É com este propósito que pretendo ir em frente com o Blog do Bassa, juntamente com apoio de Thalita na esfera administrativa e marketing.

 

"O jornalista é um servidor da democracia."

Cristiano Bassa 

Foto: CMSJP - Dia que Cristiano Bassa falou no microfone aberto da Câmara Municipal sobre a inclusão dos autistas adultos no orçamento das empresas para ter trabalho e renda com honra e dignidade e dessa forma o poder público e as empresas possam garantir os direitos das pessoas autistas na inclusão em uma economia de mercado
Clique aqui e relembre