segunda-feira, 4 de julho de 2022

Bancos são acionados na Justiça por propaganda enganosa

Até a garotinha-propaganda do banco Itaú sabe que os bancos roubam o dinheiro das pessoas

Você já foi em algum banco em busca de crédito e teve o empréstimo negado?

A justificativa é devido o seu nome estar em uma "listinha negra" na análise do banco.


Pura discriminação. 

Banco Itaú é um dos campeões de má-fé e já foi multado pela prática da propaganda enganosa

Nenhum pouco inocentes muitos bancários que seguem rigorosamente a doutrina do banco (dos patrões) mas depois se enfiam em sindicatos de bancários são cúmplices da "cultura das maracutaias" da tradição bancária no país.

Longe de meritocracia, aquelas propagandas sedutoras dos bancos na televisão custam enormes gastos de bilhões de reais de dinheiros pagos com dinheiro que a classe trabalhadora produz através de valores pagos nos juros em contratos de financiamento e empréstimos do dia-a-dia.

Vale lembrar que a elite normalmente compra objetos a vista e não precisa pagar juros. 

Quem paga juros no Brasil é a população pobre e a classe média que precisa financiar as coisas para adquirir o básico de conforto físico. Ricos dificilmente financiam algo.

Palavras como "Esperança" são utilizados nas propagandas para oferecer crédito as pessoas só que a realidade é muito diferente da propaganda divulgada na televisão.

Inversão de valores: O banco só empresta dinheiro a quem não precisa. E quem precisa, normalmente o crédito é negado.

Uma corrupção moral das empresas de créditos que a sociedade se acostumou a viver com a tradição da malandragem.

A bíblia ensina que a agiotagem é um pecado

Assim que a pandemia chegou ao Brasil milhares de pessoas e negócios, especialmente os de pequeno porte, foram afetados pela crise que levou muita gente a buscar ajuda financeira em empréstimos bancários.

Naquele cenário a propaganda veiculada pelas instituições bancárias transmitia a informação de que as parcelas de empréstimos e financiamentos seriam suspensas por seis meses, no início da pandemia. O benefício valeria para pessoas físicas e micro e pequenas empresas que passavam por dificuldades em decorrência da crise do corona vírus.

Os maiores bancos do país, entre eles, o Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Caixa e o Santander foram condenados pela Justiça por veiculação de propaganda enganosa.  

“Os bancos mentiram para os consumidores no momento de maior fragilidade e não se retrataram quando tiveram a oportunidade. Agora, é a hora de definir a contrapartida pelo ocorrido”, comentou a presidente do Instituto Defesa Coletiva, Lillian Salgado. 

Os bancos e a FEBRABAN foram condenados, inicialmente, pela Justiça de Minas Gerais pela prática de veiculação das informações inverídicas, em maio de 2020. Como pena, as instituições bancárias são obrigadas a realizar a contrapropaganda, ou seja, utilizar o mesmo montante financeiro e igual número de veiculações para informar os consumidores de forma adequada.

Em junho do ano seguinte, o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul também determinou que os bancos cumprissem com a publicidade realizada, prorrogando o vencimento de dívidas sem cobrança de juros em encargos, sob pena de multa.

Agora, a expectativa das Defensorias Públicas do Maranhão e do Mato Grosso do Sul é que as instituições financeiras envolvidas nos processos tenham responsabilidade social, celebrando o acordo para prorrogar os contratos de empréstimos.

PROCON de São José dos Pinhais-PR se reuniu com bancos e empresas da cidade nesta semana

O PROCON de São José dos Pinhais está reunindo empresas para tratar dos direitos do consumidor e do fornecedor, apresentando as reclamações e oportunizando para que se manifestem sobre as dificuldades encontradas nas relações de consumo, seja pela falta de orientação, ou dos casos de má-fé que prejudicam a relação Consumidor e Fornecedor.

Foram realizadas reuniões, no Centro de Treinamento do Paço Municipal, com gerentes de agências bancárias. 

Em seguida, com os gerentes das lojas do Shopping de São José dos Pinhais, com orientações sobre os direitos do consumidor, as principais reclamações enviadas ao órgão e dos direitos do fornecedor no mercado de consumo.