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| Requião Filho - candidato a governador pelo PDT do Paraná aprovado em convenção diz que é necessário mais de 6 mil reais para viver com dignidade no Paraná |
O Paraná tem 2º maior custo de vida do país, atrás apenas do Distrito Federal, com gasto mensal superior ao da média nacional, segundo estudos realizados pelo gabinete do deputado estadual Requião Filho, do PDT do Paraná.
O estudo foi revelado pelo Serasa, indicando o custo médio mensal de vida do paranaense.
Em publicação oficial em sua rede social, o deputado estadual Requião Filho, confirmou o valor de R$ 6.240,00 como sendo necessário para o custo de vida básico para viver no estado do Paraná.
Os dados reforçam a percepção da população paranaense ao sentir que paga mais caro por itens essenciais, como alimentação, moradia, contas básicas e transporte. A pesquisa ouviu 6.063 pessoas e considerou despesas como compra no supermercado, aluguel ou financiamento, energia elétrica, água, internet e outros serviços.
Para o deputado estadual Requião Filho (PDT), crítico do aumento de impostos no Paraná, o cenário evidencia um problema estrutural e não individual. “Quando o custo médio de vida no Paraná é quase 23% maior do que a média brasileira, não estamos falando de falta de planejamento das famílias. Estamos falando de decisões políticas que encarecem a vida da população”, afirma.
Segundo o parlamentar, a política tributária estadual é um dos fatores que pressionam os preços, especialmente em itens essenciais. O ICMS incide sobre a circulação de mercadorias e serviços, compondo o preço final de alimentos, combustíveis, material escolar e outros produtos básicos.
O aumento no preço dos combustíveis, por exemplo, tem impacto no valor do frete e encarece alimentos e mercadorias em geral.
Outro ponto criticado por Requião Filho é a privatização da Copel. Para ele, a lógica de mercado adotada após a venda da empresa influencia a política tarifária. “A conta de luz pesa cada vez mais no orçamento das famílias. Quando o preço da energia elétrica sobe, puxa junto o valor de produção de alimentos, produtos diversos, além de dificultar o acesso a cuidados com saúde, por exemplo. São prejudicadas as pessoas que vivem tanto no campo quanto na cidade”, diz.
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| Governo Ratinho Junior ignora estudos do Dieese e do Serasa Custo de vida da população do Paraná é a segunda mais cara do Brasil |
O parlamentar também questiona o contraste entre o protagonismo econômico e produtivo do estado do Paraná e o custo de vida da população. “O Paraná é chamado de ‘Supermercado do Mundo’, é um dos maiores produtores de alimentos do país, mas o paranaense paga mais caro para viver aqui do que a média dos brasileiros. Esse é o paradoxo que precisa ser enfrentado.”
Para Requião Filho, o debate sobre o encarecimento da vida no Paraná precisa ir além de orientações sobre economia doméstica. Ele defende que a população não pode ser responsabilizada por decisões administrativas que elevam o custo de vida da população, sendo necessária uma revisão da política tributária sobre itens essenciais e uma discussão mais ampla sobre o papel do Estado na proteção do poder de compra da população.
Clique aqui e confira o estudo do Dieese que aponta a necessidade do salário mínimo nacional ser de R$ 8.110,92
Clique aqui e confira o estudo do Serasa na íntegra
O Blog do Bassa pergunta:
- Quando você ganha para viver?
- Não precisa postar em nenhum lugar.
- Reflita com você mesmo.
- A renda que você conquista pelo seu trabalho consegue manter o custo de vida para viver na sua cidade?
- O governador do Paraná Ratinho Junior diz que o salário mínimo no Paraná é o maior do Brasil. Será que isto acontece na prática?
- Você sente na pele esse conforto?
- Você merece essa renda?
- Você acredita que poderia ganhar mais?


POR:
Thalita Bassa





