Nietzsche nos confronta; Platão nos convida a pensar o mundo para além das aparências; Sêneca nos ensina sobre o tempo; Freud nos leva ao inconsciente; Foucault revela os jogos de poder; Bauman expõe a fragilidade dos vínculos; Sartre nos responsabiliza por nossa liberdade; Jung amplia o olhar simbólico; Spinoza nos fala dos afetos; Rumi nos atravessa pela dimensão do sensível.
Nenhum deles elimina a dor.
Mas todos, à sua maneira, nos ajudam a sustentá-la sem nos perdermos dela.
Talvez o sofrimento não seja algo a ser simplesmente apagado, mas compreendido.
E é nesse ponto que a escuta se torna mais potente do que qualquer fórmula pronta.
Nem todo remédio está na farmácia.
Alguns estão na palavra.
Autor: Professor Julio Francisconi – Psicanalista


POR:
BASSA
