sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Consumo de informação de conteúdos pornográficos lideram a audiência na internet



Uma nova perícia de comunicação social será necessária para a reorganização dos planos de mídias das instituições públicas governamentais. 

É de fundamental importância a aplicação do conceito conjunto da obra para a definição de políticas públicas de comunicação social governamental.

É impressionante a quantidade de politiqueiros gângsters ignorantes no comando das secretarias de comunicação.

As diversas secretarias de comunicação de municípios, câmaras, estados e das instituições públicas federais em parceria com as agências de publicidade precisam criar uma nova métrica para mensurar a audiência e qualidade da informação.

Esta é uma perícia que deveria ser função de especialistas e não de secretários politiqueiros a serviço de gangues políticas. A perícia precisa ser feita manual, por inteligência humana e não pela suposta inteligência artificial.

Os leigos são cúmplices da alta veiculação de fakenews nas redes. Cúmplices e vítimas ao mesmo tempo.

O governo precisa intensificar a campanha pelo combate as fakenews. E isto necessariamente deveria ser trabalho de peritos em comunicação e não de formadores de opinião de botecos e esquinas.

Se as agências de publicidade fossem seguir apenas as métricas de cliques, os sites de pornografias seriam os líderes de audiência nas redes sociais.

É a verdadeira zona politiqueira. Pior que a tão criticada zona de conforto.

Já basta o universo político ser uma tremenda putaria. Quando as assessorias de comunicação adotam o mesmo critério, a sociedade pode concluir sem sobra de dúvidas que está condenada a proliferação de manipulação de informações de toda espécie de ideologias.

Clique aqui e confira a matéria da Revista Híbrida

Clique aqui e relembre a matéria veiculada no site da Globo.

Entenda a batalha de US$ 390 milhões pelo público do OnlyFans

Opinião de Especialista: "A proliferação das fakenews na internet é um fenômeno de mercado consequência da desvalorização dos jornalistas e da queda de circulação dos veículos de comunicação" - Cristiano Bassa