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| A dobradinha Andréa Caldas e Tomazini são destaques do PSOL Paraná |
A aliança entre a REDE e o PSOL beneficiou a elite do partido e prejudicou o trabalho de base.
Ainda assim, as lideranças do PSOL que lutam o bom combate e mantém suas idéias em ação merecem serem reconhecidas e valorizadas.
Afinal, seria um ato desonesto não reconhecer o trabalho daqueles que lutam pela construção do partido.
Andrea Caldas é candidata a deputada federal pelo PSOL e Tomazini é candidato a deputado estadual nestas eleições 2022.
Uma das propostas destaques da dupla está em incentivar a economia solidária e a redução do preço da energia elétrica. Posicionamento de quem conhece a necessidade concreta dos trabalhadores.
"É fundamental investir na economia solidária para gerar renda e dignidade" - escreve Andréa Caldas em suas redes sociais.
"O desemprego recorde e a péssima qualidade nas relações de trabalho no Brasil levaram milhares de pessoas a buscar formas alternativas de trabalho. A informalidade e os trabalhos precários foram as saídas de milhões de trabalhadores para sobreviver. A economia solidária é uma disputa de projeto político que passa pela organização dos trabalhadores em cooperativas, associações, agrupamentos familiares agrícolas, coletivos ecológicos e até em pequenas comunidades de crédito. É preciso transformar o direito ao trabalho cooperativo e associado entre trabalhadores em uma alternativa real para todas e todos. Defendemos que a Economia Solidária seja uma política pública, porque representa uma nova forma de produção, movimenta a economia local, gera empregos e aponta para o consumo consciente." - diz o manifesto de Andréa.
Tomazini tem defendido a redução do valor da energia elétrica
"A principal causa do absurdo aumento nas tarifas de energia é o processo de privatização e a abertura de capitais que a Copel vem passando, sob o aval de Ratinho Junior. Quando uma empresa pública sofre isso, a principal meta dos seus "sócios" é aumentar os lucros. E como fazem isso? Fazendo o povo pagar a conta." - diz Tomazini.
"A Copel tem que voltar a ser nossa! Chega de sustentarmos esses parasitas! Queremos energia barata novamente!" - concluiu.


POR:
BASSA
