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| A grama do vizinho não é mais bonita |
A gestão da Copel em nosso estado é de responsabilidade do Governo do Paraná. Isso todos sabem.
Os responsáveis pelo planejamento de mídia da comunicação social da Ratolândia agem com extrema contradição. Assumem o filho dos outros mas ocultam a responsabilidade sobre a sua cria nativa.
Coincidência ou não, a casa de uma moradora de Guaratuba-PR está fechada há mais de 2 anos mas mesmo assim a Copel vem realizando cobrança indevida para a moradora que está em Curitiba e recebeu a informação sobre a sua fatura absurdamente superfaturada no litoral do Paraná. Neste mês a fatura fantasma da moradora alcançou a marca de 600 reais, o mesmo valor do auxílio emergencial pago durante os picos da pandemia do COVID.
Saiba mais na reportagem da RIC TV - clicando aqui.
Enquanto isso, a Copel que presta serviço no Paraná vem realizando investimentos em veículos de comunicação no estado de São Paulo-PR.
Um leitor deste blog que é morador de São Paulo-SP flagrou uma campanha da Copel do Paraná inserida em veículo de comunicação distante das bandas curitibanas, segue em anexo a comprovação da inversão de valores do governo do Paraná que investe em campanhas institucionais sobre conscientização do consumo de energia elétrica em territórios estranhos.
Cá entre nós: Uma completa inversão de valores.
Enquanto isso, nas diversas cidades do Paraná os jornalistas autônomos trabalhando diariamente sob o domínio de ditaduras municipais de prefeitos corruptos. Os comunicadores amordaçados espalhados em Câmaras e Prefeituras são obrigados a procurar auxílio Brasil para se manterem vivos e em mínimas condições de saúde humana para ter a condição de trabalhar. Quando não recebem auxílio Brasil, recebem ordens ditadoriais que interferem na liberdade de imprensa dos veículos. Uma tremenda canalhice de gestores insensíveis.
Definitivamente é preciso reafirmar: "A grama do vizinho não é mais bonita".
A Ratolândia está parecendo aqueles padrastos que não dão conta do filho mas estão cheio de energia para assumir o filho dos outros.


POR:
BASSA
